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The Walking Dead: Calvin & Haroldo

Quem por acaso começou assistir The Walking Dead a partir do último episódio, o segundo da sétima temporada, deve ter estranhado. Era essa a série que provocou polêmica pelo excesso de violência?

É. Também é esta a mesma série que muda o ritmo completamente durante o meio de temporada. A sorte é que nós aprendemos que ter fantasias com um tigre é algo muito legal com Calvin & Haroldo de Bill Watterson. Isso fez com que o episódio, apesar do Morgan, fosse um episódio divertido. O Rei Ezekiel é engraçado. Sua filosofia básica, que contos de fadas ajudam as pessoas as enfrentarem os monstros, funciona. Vão dizer que é do Neil Gaiman, mas ele está apenas repetindo G.K.Chesterton. Até a Carol funcionou (temos que esquecer que não a mudança de comportamento dela no final da sexta temporada não foi lá muito bem desenvolvida) e parece que ela vai tomando o papel da Michone nos quadrinhos e vai servir de elo entre Rick e Ezekiel.

O problema é que, em geral, episódios sem Rick, focados exclusivamente em outros personagens, não são bem aceitos pela audiência e, vamos falar a verdade, logo a série voltará ao normal, quando o xerife voltar a sua personalidade mais violenta e vai partir para a briga. Os personagens secundários voltarão a ser secundários.

O que aconteceu basicamente foi a introdução de uma comunidade harmoniosa, governada pelo Rei Ezekiel, que tem uma tigresa de estimação. Carol é um tanto cética, apesar de viver em um mundo com mortos-vivos, e o Rei Ezekiel tenta conquistar a aprovação dela. Já tem a de Morgan, que descobre que os homens de Negan também cobram semanalmente uma parcela da produção do povo de Ezekiel. Eles usam porcos, que capturam e alimentam com walkers, mas ainda assim há alguma tensão.

Mas, ao menos, tivemos um personagem em ação na série. Podemos rir um pouco.

Confira aqui o X-poilers, podcast sobre séries de TV que eu participo.


#thewalkingdead #calvinharoldo #negan

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