Sabe aquelas surpresas que você encontra na Netflix quase um ano depois do lançamento? Pois é, foi assim com Marcella e River, por exemplo.

Desta vez, temos no catálogo brasileiro a série australiana Glitch. Não é um nome muito chamativo, sua temática faz lembrar a famosa série francesa Les Revenants que originou outras séries como as americanas The Returned (A&E) e Resurrection (ABC), ambas sem fazer muito sucesso.

Glitch é diferente. Conseguiu abordar o tema sem exageros. Nela temos o drama pesado de ter um ente querido voltando à vida como se nada tivesse acontecido, como nas séries anteriores, mas ao mesmo tempo nos leva a acreditar numa conspiração de que esses retornos não aconteceram por acaso.

Nesta nova série, tudo começa quando o policial Hayes (Patrick Brammall) é chamado para verificar o que está acontecendo em um cemitério da pequena cidade de Yoorana, no meio da noite. Ele faz uma descoberta que vira seu mundo de cabeça para baixo, quando encontra seis pessoas sem memória de suas identidades. Quem são e o que aconteceu com elas? São questões que ao longo de seis episódios tentamos descobrir.

No elenco, além de Patrick Brammall, temos Emma Booth, Genevieve O’Reilly, Rodger Corser, Ned Dennehy, Sean Keenan, Daniela Farinacci, Hannah Monson e Andrew McFarlane. O drama paranormal é do produtor-executivo Tony Ayres, de The Slap.

Glitch é produzida pela rede australiana ABC1 e sua primeira temporada foi exibida em 2015. A Netflix disponibilizará a série globalmente a partir de outubro de 2016.

A primeira temporada conta com seis episódios de 46 minutos cada. Uma segunda temporada já foi encomendada, mas ainda não há previsão de lançamento.

Glitch mistura drama de mortos-vivos e conspiração
Glitch – um drama de mortos-vivos e conspiração

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